SOBRE O MÉDICO

Dr. Douglas Ribeiro

Otorrinolaringologista e otoneurologista

Otorrinolaringologista formado pela Universidade Estadual de Londrina, com Fellowship em Otoneurologia pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Atuo em consultório próprio na Vila Mariana e na Avenida Paulista, com foco em pacientes que convivem com tontura, vertigem, zumbido e perda auditiva.

CRM-SP 163.108 RQE 67472
Dr. Douglas Ribeiro, otorrinolaringologista e otoneurologista em São Paulo

TRAJETÓRIA

Formação e percurso

Quase duas décadas dedicadas a uma única pergunta: como cuidar melhor de quem convive com tontura, vertigem e zumbido.

2009

Graduação em Medicina

Universidade Estadual de Londrina (UEL). Uma das principais escolas de medicina do Brasil, onde tive uma formação rigorosa e generalista que se tornaria a base de toda a minha trajetória.

2011 – 2014

Residência médica em Otorrinolaringologia

Universidade Estadual de Londrina (UEL). Três anos de formação completa nas três áreas: nariz, garganta e ouvido — base sólida que permite, hoje, integrar otorrinolaringologia geral e otoneurologia no mesmo consultório.

2014 – 2017

Fellowship em Otoneurologia

Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HC-FM-USP). Três anos de formação avançada em distúrbios do equilíbrio e da audição, acompanhando referências nacionais e participando ativamente da pesquisa clínica do serviço.

Hoje

Consultório dedicado em São Paulo

Hoje, levo essa formação ao consultório próprio, na Vila Mariana e na Avenida Paulista, com atenção especial aos pacientes que convivem com tontura, vertigem e zumbido. É no consultório que toda essa trajetória ganha sentido prático: cada consulta é uma oportunidade de aplicar, com tempo e profundidade, o que aprendi na USP. Mantenho participação ativa em congressos da Fundação Otorrinolaringologia (FORL), preservando o vínculo de educação continuada com a instituição que me formou.

FILOSOFIA CLÍNICA

Por que dedico tempo a cada consulta

Durante a residência em otorrinolaringologia, percebi que os casos de tontura e zumbido eram simultaneamente os mais desafiadores e os menos atendidos com a profundidade que mereciam. Foi essa percepção que me levou ao Hospital das Clínicas da USP, em busca de uma formação específica. A otoneurologia exige um arsenal técnico próprio, e poucos centros no Brasil oferecem esse treinamento. É esse conhecimento que levo hoje ao consultório.

O paciente otoneurológico geralmente chega cansado. Já passou por outros médicos, fez exames sem resposta, ouviu que deveria ser “labirintite”. Na minha prática, a consulta começa pela história clínica detalhada — sem pressa. Como, quando e em que situações os sintomas aparecem dizem muito sobre a causa. Geralmente, quando o paciente termina de contar sua história, a hipótese diagnóstica já está formada. O exame físico e os exames complementares confirmam o que a escuta já sugeriu.

Os casos que mais me marcam são os que chegam após anos de peregrinação. Quando o paciente sai do consultório entendendo o nome real do que tem — uma VPPB, uma migrânea vestibular, uma síndrome de Ménière — e com um plano de tratamento individualizado, percebo que a formação na USP cumpriu sua função. É por esses momentos que vale a pena fazer medicina com tempo.

Dr. Douglas Ribeiro

PRODUÇÃO CIENTÍFICA

Pesquisa publicada em periódicos indexados

Durante o Fellowship na USP, participei como coautor de três estudos clínicos sobre avaliação vestibular e implante coclear, publicados em periódicos científicos com revisão por pares.

[1]

2017 · Brazilian Journal of Otorhinolaryngology

Preoperative vestibular assessment protocol of cochlear implant surgery: an analytical descriptive study

Bittar RS, Sato ES, Ribeiro DJ, Tsuji RK. Braz J Otorhinolaryngol. 2017;83(5):530–535.

[2]

2019 · Acta Oto-Laryngologica

Vestibular dysfunction after cochlear implant surgery: evaluation with the video head impulse test

Bittar RSM, Sato ES, Silva Ribeiro DJ, et al. Acta Otolaryngol. 2019;139(2):142–146.

[3]

2019 · Clinics

Caloric test and video head impulse test sensitivity as vestibular impairment predictors before cochlear implant surgery

Bittar RSM, Sato ES, Silva-Ribeiro DJ, Oiticica J, Mezzalira R, Tsuji RK, Bento RF. Clinics. 2019;74:e786.

AGENDAMENTO

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